A Carta do Dia: A própria Fonte

A Carta do Dia:

A própria Fonte

“A distância começa em nós próprios. A parede invisível que se sente entre duas pessoas foi sempre construída por ambas.

O outro não se entrega suficientemente a ti?

Mergulha mais profundamente no teu próprio coração e procura o ponto em que tu não te entregas realmente ao outro. O que estás a rejeitar? O que receias?”

Na verdade toda a separação começa em nós mesmos, entre a pessoa que somos e aquela que imaginamos ser.

Não há nada que seja tão bloqueador da vida, como uma ideia, uma crença errada ácerca de nós próprios. Então se for uma crença negativa, pior ainda…

Muitos de nós carregam, por vezes desde a infância, o estigma das críticas negativas, de desvalorização, que inconscientemente, dão origem às nossas crenças de “eu não posso”, ou “eu não devo”, ou “eu não consigo,ou “eu não tenho capacidade suficiente”, ou “eu não sei”…

Na verdade, os responsáveis por essas crenças estão muitas vezes lá atrás, na nossa infância, nos pais, professores ou outros cuidadores que tinham poder sobre nós e nos fizeram acreditar, por palavras ou atitudes, na nossa falta de valor.

Mas a boa notícia é que esses responsáveis o eram, sim, mas lá atrás, quando não tínhamos poder para nos defendermos.

E hoje, a responsabilidade pela nossa vida é nossa. Portanto, o poder de a mudar, também é nosso. Podemos responsabilizar os outros pelo tenham feito connosco, quando éramos dependentes deles. Mas não podemos responsabilizar ninguém pelo fazemos com a nossa vida, hoje.

Conheces a história do elefante amarrado por por uma perna, com uma frágil corda?

Passo a contar-ta,através das palavras de Paulo Coelho:

Eis o procedimento adotado pelos treinadores de circo, para que os elefantes jamais se rebelem – e eu desconfio que isso também se passa com muita gente.

“Ainda criança, o bebê-elefante é amarrado, com uma corda muito grossa, a uma estaca firmemente cravada no chão. Ele tenta soltar-se várias vezes, mas não tem forças suficientes para tal.

Depois de um ano, a estaca e a corda ainda são suficientes para manter o pequeno elefante preso; ele continua tentando soltar-se, sem conseguir. A esta altura, o animal passa a entender que a corda sempre será mais forte que ele, e desiste de suas iniciativas.

Quando chega a idade adulta, o elefante ainda se lembra que, por muito tempo, gastou energia à toa, tentando sair do seu cativeiro. A esta altura, o treinador pode amarrá-lo com um pequeno fio, num cabo de vassoura, que ele não tentará mais a liberdade.”

O que achas que faria o elefante, se lhe segredassem ao ouvido que ele é muito mais forte do que a corda que o amarra?…

Eu percebi isso sobre a minha própria vida e rebentei a corda (que nem sequer era tão forte como eu pensava) que me prendia a uma vida mesquinha e sem sentido.

De achar que eu estava “arrumada” e que nunca seria capaz de me libertar, passei a sentir-me poderosa e capaz de construir a vida que eu quiser.

Deixa-me segredar-te aqui ao ouvido: ” A corda é fraca e tu, és um “elefante”! És muito mais forte do que pensas! És capaz de construir a tua vida à medida dos teus desejos! Tu és a Tua Própria Fonte!”

 

Author: Isabel Negrao

Mãe de família, Artista plástica, Professora, Blogger, Terapeuta. Adoro o que faço . Foco: desenvolvimento pessoal, autoconsciência, vida plena e abundante. Meus pontos fortes: conteúdo, comunicação. Paixão: ajudar pessoas a resolver problemas. Segue-me ou torna-te meu amigo no Facebook. (Thank you for reading my posts! If you would like to connect, reach out to me on Facebook).

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